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E Entrevistas

Entrevista GANG GANG DANCE

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O Gang Gang Dance, escolhido pra substituir Peter, Bjorn & John no festival Planeta Terra (dia 05/11), é um grupo, no mínimo, inusitado.

O grupo foi aclamado por bandas como Hot Chip e Klaxons. A cantora Florence Welch, fã declarada, até usou uma frase da banda em uma de suas músicas.

A formação meio caótica perdeu um dos membros em uma tempestade – em 2002, o vocalista Nathan Maddox morreu atingido por um raio – e hoje conta com Brian Degraw, Josh Diamond, Taka Imamura, Jesse Lee e a vocalista Lizzi Bougatsos. O som experimental do Gang Gang Dance é impossível de classificar, e a bagagem de shows inclui uma apresentação em uma balsa russa durante um eclipse solar. Lizzi Bougatsos também transita por outras formas de arte e integra a exposição Em Nome dos Artistas, em cartaz na Bienal de São Paulo. Ela falou um pouco sobre a música do Gang Gang Dance e suas expectativas para o próximo sábado.

Gang Gang Dance traz seu som experimental ao palco do Planeta Terra Festival 2011 - Créditos: Brian DeRan

Entrevista Gang Gang Dance

O som do Gang Gang Dance
Lizzi Bougatsos: Eu só quero que as pessoas sintam nossa música. Acho que muita gente amou nosso disco. Rótulos costumavam me chatear, mas agora acho que nossa música está tão longe disso, até as influências se misturaram tanto, que é um som realmente único. E tenho tanto orgulho desse fato que, se as pessoas precisam rotular nossa música, façam o que quiserem...

Influências
Lizzi Bougatsos: Temos ouvido de tudo, de juke music a rock dos anos 70, de música eletrônica da Jamaica a crooner como Bobby Brown, e até revisitamos o velho Dylan, álbuns como o Desire. O Brian tem ouvido umas coisas lindas do México, e KFL (esse álbum em particular teve um efeito profundo no nosso disco Eye Contact). Quando eu quero me sentir como uma mulher eu coloco Alice Coltrane, minha artista favorita entre as mulheres. Também gosto de Sinead O'connor, Sade, Nina Simone... Eu amo Busta Rhymes e Ghostface killer, Erykah Badu. Cumbia! Música somaliana, etíope. E Gil Scott Heron, que homem... que descanse em paz.

Misturas
Lizzi Bougatsos: Misturar música eletrônica com rock parece divertido, mas acho que rappers não deveriam fazer rock ‘n roll. Os únicos que conseguem fazer isso bem são os The Roots.

Shows inusitados

Lizzi Bougatsos: Nós aproveitamos as oportunidades que aparecem. Barcos são legais, mas acho que somos pessoas da terra, precisamos estar no chão. Mas foi uma experiência e tanto tocar em uma balsa durante o eclipse solar. Eu não mudaria isso por nada no mundo. Gosto de grandes palcos ao ar livre também. Eles têm uma energia muito profunda. E um dia gostaria de fazer um dueto ou uma jam com Eric Copeland ou Black Dice...

Sobre o Brasil
Lizzi Bougatsos: Eu pessoalmente sou apaixonada pelo seu país, então para mim é um presente tocar aí. Sinto uma conexão com a cultura e a música de vocês e acho que o show vai ser vibrante e divertido. Mas não me surpreende termos sido escolhidos para tocar no festival Planeta Terra. Mal podemos esperar para ver vocês no Brasil!

A música passa por aqui.

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