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E Entrevistas

Entrevista THE NAME

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Debutante no Planeta Terra 2011, o The Name é uma banda de Sorocaba (SP) que levará ao palco festival uma música dançante, cheia de influências e, principalmente autêntica.

Com um repertório que sintetiza o melhor dos movimentos que moldaram a música alternativa, o The Name conquista aos poucos seu espaço na cena. Já realizou apresentações no consagrado SXSW (South by Southwest), além de se apresentar em outros grandes festivais do hemisfério.

Formada por Andy (Guitarra), Alves (Bateria) e Molinari (Baixo/ Voz), o grupo sabe bem o que quer da vida e a responsabilidade de participar desse grande evento.

The Name se apresentará na edição 2011 do Planeta Terra Festival - Créditos: The Name

Falamos com Andy sobre as experiências do The Name e as expectativas para o festival.

Entrevista The Name

The Name no Festival Planeta Terra 2011
Andy: Esperamos que as pessoas gostem da nossa apresentação! Tocar em um festival grande como o Planeta Terra, e ao lado de grandes nomes da música mundial, é um grande passo para a banda e uma grande responsabilidade! Vamos tentar ver todos os shows que conseguirmos depois do nosso!

Influências e o a música alternativa hoje
Andy: O britpop sempre teve grande importância na cena musical mundial e pra gente é sim um dos pontos de influência, com certeza. A cena toda da Factory e outras adjacentes (assim comodo outro lado a gente flerta com a No Wave novaiorquina) têm uma grande papel na construção da sonoridade do The Name. Confesso que no geral não temos uma análise sobre o que acontece na Europa, principalmente na Inglaterra. Porém sempre têm existido uma reedição da coisa. Desde 89, com o lançamento do disco de estréia do Stone Roses até o boom da Adele! Eu acho legal a volta do Stone Roses, mas espero que as turnês possam ir além de apenas ganhar alguns trocados.

Experiência internacional
Andy: Tocar no exterior foi muito bom! Fizemos três showcases no SXSW (South by Southwest), o VOV (Arkansa) e o Canadian Music week (Toronto). Acho que todas as bandas deveriam passar por isso. Ter contato com um mercado que funciona muito bem e se "auto-sustenta" foi também muito bom, pois pudemos repensar algumas coisas em nossa carreira! Iríamos todo ano, se fosse possível!

Rock e a influência de outros estilos
Andy: A gente nunca pensou nisso, mas creio que a música realmente esteja mais homogênea. Hoje qualquer nicho musical tem mais possibilidades de crescimento do que antigamente. No nosso caso foi sem querer, acabou vindo das nossas influencias e quando vimos estávamos fazendo algo que traz eletrônico e rock e punk e disco e house. Mas sem pensar no que esta rolando, apenas aconteceu.

Festivais
Andy: Um dos benefícios são que os festivais sempre abrem portas de imprensa, mídia, exposição e novos fãs. As bandas tem mesmo que fazer e batalhar para estar entre os possíveis nomes para um lineup. Mas junto com isso, cremos que é preciso fazer muitos shows (alguns até como investimento), ter um bom material, bons discos, bons singles, não parar de criar novas coisas e, principalmente, ter responsabilidade e profissionalismo. É claro que é difícil conciliar tudo, mas é bom sempre estar buscando!

Internet
Andy: Hoje a banda é como se fosse o diretor de novos negócios de uma gravadora. A gente tem a internet muito próxima e tentamos ao máximo usá-la como forma de divulgação, ações em tempo real, ações de marketing e estreitar o relacionamentos com fãs. Ainda não tivemos experiências com vendas, mas cremos que todo o caminho da internet ainda é longo e tem muita coisa ainda à se percorrer. A gente respeita essas mudanças e ainda achamos que foi inevitável essa revolução que a era digital causou na indústria como um todo. Agora é hora de criar o máximo de alternativas como banda (e até como gravadora, selo ou o que quer que seja) para manter um trabalho nesses novos modelos de mercado.

Diversidade em festivais
Andy: Achamos que é normal essa diversidade. Aqui no Brasil ou mesmo na América Latina toda, não tem como fugir disso. E é algo fantástico! Nos países mais desenvolvidos os festivais são assim. Toca gente grande, gente pequena, gente de rock, gente de pop, gente de eletrônico. É só o brasileiro se acostumar.

Futuro
Andy: Agora terminamos o disco e estamos no preparativo para o lançamento. Os planos incluiam lançar no show do Terra, mas não conseguimos tempo hábil. Em breve ele será lançado e será o primeiro disco cheio da banda. Mesmo assim, o setlist do Terra é composto por metade das músicas inéditas e que estarão nesse primeiro disco.

Festival dos Sonhos
Andy: Eles têm que estar vivos? Hahaha! É difícil, mas acho que seria um festival com bandas da época da Factory, Madchester, dos primórdios da house e da disco-punk, muita coisa de anos oitenta e uma galera da No Wave americana! Vários dias de festival!

A música passa por aqui.

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